Durante o procedimento de avaliação farmacêutica da prescrição, além dos aspectos relacionados à concentração, viabilidade e compatibilidade físico-química e farmacológica dos componentes, dose e via de administração, devem ser analisados também quais cálculos são necessários para a manipulação da formulação (fatores de conversão, correção e equivalência).

O fator de correção de umidade é um deles, imprescindível para a aplicação da quantidade correta do fármaco na composição de preparações magistrais.

Fatores de correção são obrigatórios na prática magistral para uso de insumos que necessitam desse instrumento. Tal obrigatoriedade foi determinada pela Resolução CFF nº 625, de 14 de Julho de 2016, que “Determina a aplicação dos cálculos de correções em insumos utilizados nas preparações farmacêuticas dentro da competência e âmbito do farmacêutico e dá outras providências”. Portanto, a não aplicação desse instrumento configura infração ética por parte do profissional.

Acesse o informe “Aspectos farmacotécnicos e importância da aplicação do fator de correção de umidade” e veja detalhes e exemplificações de cálculos de fator de umidade.

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