O Brasil aguarda apreensivo os desdobramentos na economia para 2016, mas, segundo especialistas, o cenário deve ser mais estável para as farmácias na comparação com outros setores. O número de medicamentos vendidos até novembro de 2015 cresceu 7,4% em relação ao mesmo período de 2014. Quando se considera o valor comercializado em reais, a alta foi de 10,85% (dados do Sindusfarma).

De acordo com a avaliação do economista do Insper, Eduardo Correia de Souza, o maior impasse para o setor deve ser a pressão sobre as margens, reflexo da alta nos custos da matéria-prima.

Já a economista do Itaú Unibanco, Paula Yamaguti, aponta a persistência de fatores favoráveis que ajudam a manter o setor, como o aumento da renda nos últimos anos e o envelhecimento da população.

Os produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos também representam um ramo importante nas farmácias, já que os gastos do brasileiro no segmento ainda são o terceiro no mundo em volume de vendas, atrás apenas de China e Estados Unidos.

Fontes: Folha de São Paulo e DCI

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