Lidar com a gestão da farmácia é assunto espinhoso para muita gente, mas é tão vital para a empresa quanto garantir a qualidade do medicamento. Entender de números pode fazer muita diferença no caixa. Um exemplo marcante está nos impostos que a farmácia paga.

O professor José Carlos Campoi integra o corpo de ministrantes da educação continuada da Anfarmag e é enfático ao afirmar que toda empresa precisa pedir anualmente ao contador um estudo entre o que a empresa pagaria se estivesse enquadrada no Simples, no regime tributário do lucro presumido ou no lucro real. A diferença pode ser de dezenas ou centenas de milhares de reais a mais em impostos.

Para o administrador de empresas Charles Tokarski e ministrante Anfarmag, o proprietário da farmácia precisa enxergar com clareza os números que mais importam para o negócio. Por isso, ele indica que a empresa utilize indicadores para medir o desempenho todos os meses. “O que não medimos, não gerenciamos. Portanto não mudamos e não melhoramos”, afirma.

Ele ressalta que, com o uso de indicadores, a farmácia começa a perceber ciclos que se repetem e, com isso, a entender, por exemplo, quais são os períodos do ano, do mês e da semana em que vende mais. “O importante é que os indicadores sejam interpretados e que essa interpretação gere um plano de ações, que devem ficar registradas. Na avaliação seguinte, o gestor já irá avaliar os resultados em cima do que foi ou não cumprido dentro desse plano”, explica.

  • Acesse a apresentação de slides usada pelos especialistas José Carlos Campoi e Charles Tokarskino 9º Congresso Internacional Consulfarma no nosso site, na área restrita do associado > Educação Continuada > Eventos Presenciais

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